sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Sonhando acordada e
Vivendo sorrindo
Cantigas de amor
Pra falar de você

Olhando o vazio e
Sentindo arrepios
Soprando ao mar
Penso em você

Tocando o céu
Observando o luar
Voando entre nuvens
Imagino você

Porque você
Transforma tudo
Em um novo amanhecer

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Sonho Meu


Pôr do sol, porto meu
Lugar invisível entre mim e o infinito
De brasas flamejando sob o
Clarão despedido de um sonho sombrio

Flutuando entre nuvens
Soprando mar
Sinto cheiro de flor

E imagino meu fim
Ventando na fria noite de verão
Vivendo e sentindo o clarão
Pasmo de mim
Nada significo para
As sombras passadas
A não ser lembranças esquecidas
De um verso inacabado

E nas mesmas folhas secas
De um diário aposentado
Declaro minhas ultimas palavras
Ao tempo de virtudes imagnárias
Que hoje já não existem mais
Beijo


Beijo teu, sonho meu
Suspiros frios diante de mim
Vem me aquecer
Diante do fruto venenoso
De um desejo limitado

Pra mim o flerte sombrio
Do mais distante sonho
Que me toca como tu

Acaricia meus cabelos como a brisa noturna
De leve faz-me morrer
Nos braços daquele cujo tornou minha vida como tua
Eternamente tua.
Quatro estações!


É no canto dos pássaros que a vida sorri
Passa por entre as folhas de outono
E põe-se a dormir

É através da névoa que penso em voar
Com olhos de águia posso enxergar
Meu futuro além de um olhar

Com as pedras de gelo refletidas do sol
Transforma-se fumaça em fogo
E é no calor do verão
Que me da essa tentação
De acordar sempre diante dessa eterna maravilha
Carpe diem!


Viva sob o sol
Às estrelas da noite
Sobre um riso
Além de um sonho

Voe diante da brisa noturna
Ame sob a lua
Grite no infinito
E desperte o pesadelo que te aprisiona

Deixe que os pingos da chuva apaguem teu passado
Tente tocar o céu
Seja feliz

Aproveite o dia ao máximo
Porque o futuro ninguém sabe
Mas o presente vive-se hoje.
Indecifrável!

Sei que estás aí
Mesmo que meus olhos não te vejam
Sinto tua presença

Quanto mais meus olhos penetram em algo invisível
Percebo que olhos, escondidos na escuridão de um corredor sem fim, me observam.
Tentando mostrar um riso silencioso

A porta que te esconde
Fecha lentamente
E como um raio, vejo a figura monstruosa.

Tua imagem ficará em meus sonhos, pesadelos talvez.
Mas nunca mais te verei novamente
Vida!

Meu coração bate
A procura de vida
Punciona meu sangue
Mostrando renascimento daquilo que antes parecia não ter sentido

A respiração ofegante
Que Faz o ar circular nos pulmões
Voltado de um susto momentâneo

Os olhos cerrados
Abrem-se lentamente
Como uma rosa
Na primavera

Com os cabelos ao vento,
Posso ver-me flutuando
Em busca de um lugar encantado
E misterioso que ninguém ainda descobriu
Mas talvez descubram um dia
Sonho!

Junto às piores criaturas do universo viverei eternamente em um mundo de sonhos e glórias

Onde a noite seja fria e deserta
Onde se possa sonhar

Pensar-se na possibilidade de a qual quer momento não estar mais aqui
Fazer com que o passado torne-se sombrio
E o futuro em ladrilhos de gelo.
Silêncio!


Às vezes o silencio pode significar mais que palavras
Um ruído abafado que me leva as alturas
Encontrando-me entre a leveza de um vento gelado.

Uma voz muda chega aos meus ouvidos
Sentido calafrios sem dizer nada
Tocando-me sem sentimentos.

O vento que sopra silenciosamente
Como a escuridão,
Sem mostrar nada.

Desse cai lentamente uma lágrima de um rosto misterioso
Fazendo o nada pegar fogo.
Rosas de Espinhos!

Rosas de todos os tipos e cores,
De várias formas e cheiros.

Suas pétalas macias como o vento
Finas como a ponta de uma estrela no céu
E radiante como uma lágrima de cristal.

Seus espinhos dão certa proteção
Mostram superioridade e beleza.

Lindas eternamente
Que nos deixa sensibilizados.

Tem o poder do amor
Gloriosa nos corações das pessoas.

Com a luz da lua
Ela se abre lentamente mostrando vida.

E nos olhos de quem vê
Transforma-se num sonho de maravilhas
Como um lugar secreto dentro de nós.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Olhos que não podem ver
O som que não se pode ouvir
Surgido de um ruído ensurdecedor
No qual não se pode tocar

Das plumagens formadas de uma lucidez
Sente-se no ar o perfume
De um doce encanto amortecedor

Aos poucos se ilude naquela névoa imaginária
Que impede a proximidade à realidade
De viver somente além de um sonho.